FALSETE
Pode ser as cataratas do Iguaçú, as sete quedas. Pode ser a voz de Milton Nascimento. Pode ser falsear a verdade sete vezes seguidas: conhece alguém? Faça sua escolha sem precisar de sete alternativas!… Read More »FALSETE
Pode ser as cataratas do Iguaçú, as sete quedas. Pode ser a voz de Milton Nascimento. Pode ser falsear a verdade sete vezes seguidas: conhece alguém? Faça sua escolha sem precisar de sete alternativas!… Read More »FALSETE
Sair de si mesmo equivale a entrar em si mesmo. Assumir os próprios pés e estacionar a Mercedes (fora da mente). Assumir a família próxima e mesmo aquela remota (sem juízos). Assumir intencionalmente os estranhos… Read More »ENTRE
O que será hoje? O que será depois? Não sou historiador nem economista nem profeta. Sou poeta. Poetas são avessos a previsões, vaticínios, promessas. Poetas lançam encantos, pensamentos, alívios… Se assim for assim será.… Read More »Pós-era
Pode a palavra pandemia compor verso, merecer rima? Pode o poeta ousar a obra? Pode o poema redundar a boa solução? Pode o artista expulsar da alma o mal? Enquanto o corpo ainda não pode…… Read More »Panderrima
Sou filho da guerra, não conheci a guerra. Meu pai conheceu e bem! Foi sargento da FEB na Itália. Minha mãe foi mulher de pracinha. Sofria a cada dia com a visão do carteiro… Read More »Pandemia
Frágil como o cristal Agarro-me a taça de vinho tinto Imagino outra realidade Fujo do abismo iminente Fosse eu o lobo, uivaria meu desespero A matilha humana nunca se “odiou” tanto Não respeito comandos trocados… Read More »Ontem Nunca Mais