Projetos
outro andrade
Conheça minhas inciativas
“Outro Andrade” Poesia
Sou poeta desde os doze anos de idade e nunca abandonei o ofício da poesia que encanta, engaja e cura a quem se expõe ao verso!
Ao longo da vida, escrevi poemas em todo “tipo de superfície”: folhas de caderno, papel de embalagem de cigarro, guardanapos e até os sacos de vômito nos voos internacionais.
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Prosa não é o meu gênero mais prolífico e os aforismos incorporei recentemente à minha obra. Aliás, a minha prosa é de cunho marcantemente autobiográfico, com algumas pitadas ficcionais. Romances estão, por hora, fora de cogitação. → Saiba Mais!
- Teatro
O teatro é meu segundo amor, depois da poesia, graças ao espetáculo “Navalha na Carne” de Plínio Marcos no Teatro Oficina no final dos anos de 1960. Foi no Colégio Rio Branco que comecei a exercer a dramaturgia, ao escrever, dirigir e atuar em duas peças em 1972: a primeira, chamada “Recado”, apresentava a situação de um homem de hoje que, ao entrar numa livraria, passava a ouvir e conversar com as vozes dos grandes filósofos gregos; a segunda, batizada de “1922-1972: Quantas semanas se passaram?”, mostrava a saga da Semana de Arte Moderna de 1922 (vide clip Jornal do Rio Branco). → Saiba Mais!
O cinema foi minha primeira tentativa de ingressar profissionalmente nas artes em 1975. Eu escrevi o roteiro para o longa-metragem “29” (sobre uma família aristocrata do café em São Paulo pré-queda da bolsa de Nova York. Na verdade, tratava-se de um libelo para contestar a ditadura militar de forma projetiva (os personagens viviam em 1929, mas falavam como se estivessem em 1975). O roteiro foi analisado pela censura federal e “retalhado”, o que abortou as filmagens. → Saiba mais!
Embora “Outro Andrade” seja um espaço dedicado especialmente às artes e ao jornalismo, o “voluntariado” também fará parte, com a inclusão do “Projeto Pílulas de Poesia”. Tal projeto, inaugurado em agosto de 2018, no Hospital dos Servidores do Estado de São Paulo, se constitui na declamação de poemas para pacientes adultos e infantis. O projeto evoluiu para o Hospital da Clínicas em 2019 e foi interrompido após a chegada da pandemia. → Saiba Mais!
A ideia de criar frases (chamamentos por assim dizer) de encorajamento às minorias nasceu durante minhas caminhadas no bairro de Moema, cidade de São Paulo, onde moro.
Como sempre digo: “Sou burguês apenas nas estatísticas!” → Saiba Mais!
Na linha que move o blog “Outro Andrade” a promover a arte nas suas múltiplas manifestações (cinema, teatro, literatura, poesia e música), outra se impõe: a do jornalismo!
Flertei com o ofício, mas nunca concretizei o namoro. Chegou a hora: passarei a publicar editoriais sobre os temas mais momentosos de nossos dias, com pitadas históricas. → Saiba Mais!
Além dos “Andrades” originais (Oswald, Mário e Carlos), apresento a primeira mulher “Andrade” no contexto da arte e do sobrenome de cepa ilustre.
Ao lado de minha filha Bruna, tatuadora de ofício (arte antiga e moderna ao mesmo tempo) aparece seu cão querido, o Donatello. Ambos farão parte, a partir de agora, do “Outro Andrade”. → Saiba Mais!