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Pós pandemia

Pós-era

O que será hoje? O que será depois? Não sou historiador nem economista nem profeta. Sou poeta. Poetas são avessos a previsões, vaticínios, promessas. Poetas lançam encantos, pensamentos, alívios…   Se assim for assim será. As mulheres dominarão o mundo, Nossa Senhora! A riqueza se espalhará mais do que o vírus. A natureza esquecerá dos… Read More »Pós-era

Panderrima

Panderrima

Pode a palavra pandemia compor verso, merecer rima? Pode o poeta ousar a obra? Pode o poema redundar a boa solução? Pode o artista expulsar da alma o mal? Enquanto o corpo ainda não pode…   Pandemia pode rimar com… agonia folia melancolia maresia alegria arritmia companhia afasia valentia fantasia drogaria travessia tirania vilania alforria… Read More »Panderrima

Pandemia

Pandemia

Sou filho da guerra, não conheci a guerra. Meu pai conheceu e bem! Foi sargento da FEB na Itália.   Minha mãe foi mulher de pracinha. Sofria a cada dia com a visão do carteiro a se aproximar do portão. Ela contava do treinamento de blecaute no estádio do Pacaembu. Dizia: “Era para saber se… Read More »Pandemia

Ontem nunca mais

Ontem Nunca Mais

Frágil como o cristal Agarro-me a taça de vinho tinto Imagino outra realidade Fujo do abismo iminente Fosse eu o lobo, uivaria meu desespero A matilha humana nunca se “odiou” tanto Não respeito comandos trocados Queria hoje uma ordem sã Sem subterfúgios retóricos Sem falar “merda” Queria, mas não teria   Governantes são covardes (FDR… Read More »Ontem Nunca Mais

Luiz Carlos de Andrade

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