Fotografia
BLOG outro andrade
Sempre amei a ideia de poder fotografar. Porém, sou um inepto em relação a qualquer máquina. O fato é que as fotos que tirei na vida nunca passaram vergonha, não pela técnica e sim pela concepção. Então, resolvi sair do armário e passarei a exercer a fotografia ao lado das outras artes. Inauguro com foto de minha infância no meio das meninas do Colégio PIO XII. Outras fotos antigas e outras tantas novas virão.
Projetos
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Conheça minhas inciativas
“Outro Andrade” Poesia
Sou poeta desde os doze anos de idade e nunca abandonei o ofício da poesia que encanta, engaja e cura a quem se expõe ao verso!
Ao longo da vida, escrevi poemas em todo “tipo de superfície”: folhas de caderno, papel de embalagem de cigarro, guardanapos e até os sacos de vômito nos voos internacionais.
Publiquei cinco livros no gênero “poesia”:
- Trilogia composta pelos livros “Poemas de Atracação” (2013);
- “Poemas de Arrebentação” (2015);
- “Poemas de Arribação” (2017), todos pela Editora Patuá; Anexos 1;2;3;13
- Livro “Chuva Fina” no subgênero de “haikais” (poema em três versos de origem japonesa) pela Editora Multifoco (2017); Anexo 4
- Livro “A Humanidade Desgovernada” no subgênero poesia prosificada, com a apresentação de 365 dilemas existenciais, morais, políticos e sociais (2019) pela Editora Chiado Books; Anexo 6
Participei de três antologias de “poesia”:
- Antologia “Liberdade” (2019), com o poema “Liberdade de Expressão”, pela Editora Chiado Books;
- Antologia “Hilstinianas” (2019), com os poemas “1968” e “Trem da Vida”, pela Editora Patuá;
- Antologia “Ruínas” (2020), com três poemas concretistas, pela Editora Patuá. “Outro Andrade” Poesia
Sou poeta desde os doze anos de idade e nunca abandonei o ofício da poesia que encanta, engaja e cura a quem se expõe ao verso!
Ao longo da vida, escrevi poemas em todo “tipo de superfície”: folhas de caderno, papel de embalagem de cigarro, guardanapos e até os sacos de vômito nos voos internacionais.
Publiquei cinco livros no gênero “poesia”:
- Trilogia composta pelos livros “Poemas de Atracação” (2013);
- “Poemas de Arrebentação” (2015);
- “Poemas de Arribação” (2017), todos pela Editora Patuá; Anexos 1;2;3;13
- Livro “Chuva Fina” no subgênero de “haikais” (poema em três versos de origem japonesa) pela Editora Multifoco (2017); Anexo 4
- Livro “A Humanidade Desgovernada” no subgênero poesia prosificada, com a apresentação de 365 dilemas existenciais, morais, políticos e sociais (2019) pela Editora Chiado Books; Anexo 6
Participei de três antologias de “poesia”:- Antologia “Liberdade” (2019), com o poema “Liberdade de Expressão”, pela Editora Chiado Books;
- Antologia “Hilstinianas” (2019), com os poemas “1968” e “Trem da Vida”, pela Editora Patuá;
- Antologia “Ruínas” (2020), com três poemas concretistas, pela Editora Patuá.
A ser publicado:
- Na fila, para publicação, tenho o livro “Em Concreto” no subgênero poesia concretista.
- Anexo 7: poema “Entre”
Prosa não é o meu gênero mais prolífico e os aforismos incorporei recentemente à minha obra. Aliás, a minha prosa é de cunho marcantemente autobiográfico, com algumas pitadas ficcionais. Romances estão, por hora, fora de cogitação.
Publiquei dois livros no gênero “prosa”:
- “Calça Justa, Homem Romântico Mulheres Contemporâneas” (2012) pela Editora Thesaurus; Anexo 8
- “Mundo Corporativo, Memórias de Guerra” (2014) pela Editora Giostri; Anexo 4
- A ser publicado:
“Sou do Tempo” no subgênero crônicas;
- “Sentenças de Liberdade” no subgênero aforismos.
- Teatro
O teatro é meu segundo amor, depois da poesia, graças ao espetáculo “Navalha na Carne” de Plínio Marcos no Teatro Oficina no final dos anos de 1960. Foi no Colégio Rio Branco que comecei a exercer a dramaturgia, ao escrever, dirigir e atuar em duas peças em 1972: a primeira, chamada “Recado”, apresentava a situação de um homem de hoje que, ao entrar numa livraria, passava a ouvir e conversar com as vozes dos grandes filósofos gregos; a segunda, batizada de “1922-1972: Quantas semanas se passaram?”, mostrava a saga da Semana de Arte Moderna de 1922 (vide clip Jornal do Rio Branco). Em 1973, já como estudante de direito nas Arcadas (USP), escrevi, dirigi e atuei na peça “Liberdade, liberdade” que simulava reunião da ONU (com outro nome) para a discussão do tema “liberdade de expressão”. A peça foi apresentada em um dos anfiteatros da faculdade, como parte da disciplina de direito constitucional. Anexo 12
Minha reestreia na dramaturgia aconteceu três décadas depois, em 2012, com o espetáculo profissional “No elevador, entre dois andares”, encenado no Teatro Ágora, no bairro do Bexiga, na cidade de São Paulo. Escrevi e dirigi a peça, uma espécie de “thriller” teatral, que mostrava o conflito de duas mulheres (alta executiva e menina do café) presas no elevador dos fundos de um grande banco, enquanto o socorro tardava.
Ainda no teatro, escrevi a peça “Novo Mundo: A Saga dos Imigrantes na Hospedaria do Brás” que seria encenada nas próprias instalações da hospedaria (prédio construído no final do século XIX para abrigar os imigrantes, hoje “Museu da Imigração”). Face à crise econômica de 2008, o projeto foi cancelado pelo Governo do Estado. Editei o texto em livro que foi distribuído gratuitamente a várias escolas. Anexo 5
O cinema foi minha primeira tentativa de ingressar profissionalmente nas artes em 1975. Eu escrevi o roteiro para o longa-metragem “29” (sobre uma família aristocrata do café em São Paulo pré-queda da bolsa de Nova York. Na verdade, tratava-se de um libelo para contestar a ditadura militar de forma projetiva (os personagens viviam em 1929, mas falavam como se estivessem em 1975). O roteiro foi analisado pela censura federal e “retalhado”, o que abortou as filmagens. Saiba mais!